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Lucas/Marcelândia 07/12/2020 13:13

Educação municipal de Lucas do Rio Verde serve de referência para Marcelândia

“Procuramos evidenciar que a busca de uma educação de excelência resulta de um trabalho constante que precisa pôr em movimento profissionais motivados e que todos os segmentos devem agir em sintonia.

 As boas práticas já consolidadas da rede municipal de ensino de Lucas do Rio Verde servirão de modelo para a Secretaria Municipal de Educação de Marcelândia, localizada no extremo Norte do estado de Mato Grosso. Na última sexta-feira (04), a nova secretária de educação marcelandense, Ângela Claudia Schmidt, que assumirá a pasta a partir do próximo ano, o presidente do Conselho Municipal de Educação, Vilson de Figueredo, e Junior Gasparetto de Paula, estiveram em Lucas do Rio Verde para conhecer de perto o trabalho que tem sido destaque nacional.

Os visitantes tiveram como anfitriãs a secretária adjunta de Educação, Kátia Cantão Mundim, e a coordenadora da Assessoria Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, Hosana Caetano. Juntos, percorreram várias escolas e unidades de apoio e, ao mesmo tempo, ficaram a par de algumas políticas públicas, programas, projetos e ações desenvolvidos pelo município na área educacional.

Fundada há exatamente 40 anos – em 07 de dezembro de 1980 –, Marcelândia tem pouco mais de 11 mil habitantes e uma rede municipal com sete unidades escolares e em torno de 1.200 alunos, ou seja, 10% do número de estudantes que deverão estar matriculados na rede municipal de Lucas do Rio Verde para o próximo ano letivo. A distância entre os dois municípios é de mais ou menos 320 quilômetros.  

“A gente sempre teve Lucas do Rio Verde como uma referência na área da educação e a viemos buscar essa experiência, esse conhecimento e esse trabalho, aprender com esse trabalho que vem sendo desenvolvido na última administração e, realmente, superou as nossas expectativas tanto na questão pedagógica, quanto na parte administrativa. Hoje foi um dia de muito aprendizado para a gente e tem muita coisa que pretendemos implantar dentro da nossa realidade”, descreve Angela, entusiasmada com os relatos e com o que viu durante a visita.

Segundo ela, há muitas boas ideias principalmente no campo pedagógico, como a organização escolar, a orientação e a formação profissional, além da estrutura do Centro de Tecnologia e dos laboratórios tecnológicos, algo que certamente fez falta durante o longo período de suspensão das aulas devido à pandemia. “Marcelândia não estava preparada para enfrentar a pandemia, ninguém estava, na verdade, mas a precariedade do acesso à internet comprometeu bastante o aprendizado e as pendências do ano letivo são grandes e vamos ter muito o que recuperar em 2021. É um trabalho que poderia ter sido realizado se houvesse esse norte pedagógico”, avalia.

O planejamento para a construção da Escola Cora Coralina, no bairro Jaime Seiti Fujii, um novo conceito predial e arquitetônico projetado especificamente para ensino em tempo integral, também chamou a atenção da futura secretária. “A construção como resultado da criação coletiva, ouvindo a opinião de todas as pessoas que formam a comunidade escolar é algo muito interessante e que vamos levar como um ganho para o nosso município. Aliás, meu principal desafio será exatamente implantar essa consciência de que se deve trabalhar a educação em conjunto, tanto entre as próprias redes de ensino como entre as secretarias municipais”, defende.

“Procuramos evidenciar que a busca de uma educação de excelência resulta de um trabalho constante que precisa pôr em movimento profissionais motivados e que todos os segmentos devem agir em sintonia. Visitamos a Escola Paulo Freire, a Cora Coralina, a sede do Programa Anjos da Escola e a do Conselho Municipal de Educação, a Creche Menino Jesus, a Escola Caminho para o Futuro, o Centro de Tecnologia Municipal, a Padaria Escolar e a Central de Vagas e ainda colocamos à disposição todos os projetos e ações que servem de suporte administrativo e pedagógico para que Lucas do Rio Verde seja esse referencial”, ressalta Kátia Cantão Mundim.

A descentralização, maior autonomia e poder de fiscalização dos conselhos e uma equipe pedagógica que sirva de suporte às escolas são alguns dos modelos que o presidente do CME, Vilson de Figueredo, quer levar para Marcelândia colocar em prática. “Precisamos reinventar a nossa educação porque as expectativas estão muito baixas e os nossos profissionais muito desmotivados. Claro que isso tem uma relação direta com a valorização. Uma das coisas que me chamou muito a atenção aqui foi o amor que os profissionais demonstraram ter pela educação. Comentei isso com a gestora da creche visitada, porque eu gosto de gente que gosta da educação e ela me emocionou de verdade porque mostrou que de fato gosta muito do que faz. É impressionante que em apenas quatro anos essa gestão tenha feito tanto pela educação e a gente leva essa vontade de também em pouco tempo estar brigando por títulos e reconhecimento nacional”, observa.

Fonte: https://www.lucasdorioverde.mt.gov.br/


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